UNIVERSIDADE POPULAR ABERTA DO III MILÊNIO

Universidade Empreendedora: Um Novo Paradigma de Interação Universidade-Empresa

In Artigos on janeiro 28, 2010 at 11:42 pm

POR MARCELO GUIMARÃES

A Profª Lúcia Radler dos Guaranys em sua audaciosa tese de doutorado “INTERAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA E A GESTAÇÃO DE UMA UNIVERSIDADE EMPREENDEDORA – A EVOLUÇÃO DA PUC-RIO (COPPE/ PRODUÇÃO – APIT – Avaliação de Projetos Industriais e Tecnológicos – Orientadora: Profª PhD Anne Marie Maculan), após 14 anos de estudo (1992/ 2006), além do grande know-how analítico tecnológico desenvolvido na FINEP (Analista do Depto de Fomento, Análise e Acompanhamento Técnico/ Área de Investimentos em Inovação), apresenta a universidade empreendedora como um modelo promissor para a integração universidade-empresa e a inovação tecnológica.

Partindo da classificação proposta por H. Etzkowitz  (“The European Entrepreneurial University: an alternative to the US model” in Industry & Higher Education, October, 2003 – págs. 325-335) sobre a EVOLUÇÃO DA UNIVERSIDADE (Universidade de Ensino/ Universidade de Pesquisa/ Universidade Politécnica de Pesquisa/ Universidade Empreendedora – Quadro 8 – Pág. 53),  que denomina esse processo de 1ª/ 2ª REVOLUÇÕES ACADEMICAS (Transição: Universidade de Ensino/ Pesquisa/ Politécnica de Pesquisa/ Empreendedora), Guaranys identifica três tipos de grupos de pesquisa: tradicional, empreendedor e em transição, relacionados à universidade de pesquisa e empreendedora. Constatando que esses tipos expressam um processo evolutivo iniciado nos anos 90 e são resultado de um conjunto de mudanças de comportamento, de valores e de práticas organizacionais, cujo processo está na origem de mudanças mais profundas na capacidade de valorização econômica dos conhecimentos gerados através de pesquisas acadêmicas.

E conclui a partir do seu detalhado Quadro 15 (Características da Universidade de Pesquisa e da Universidade Empreendedora – Pág. 271), que o modelo de universidade empreendedora surge como o paradigma a ser perseguido como o ideal de interação universidade-empresa.

Quadro 15

Características da Universidade de Pesquisa e da Universidade Empreendedora

Universidade de Pesquisa Universidade Empreendedora
Objetivo: ensino, pesquisa e extensão Idem + desenvolvimento econômico
Forma RH para a academia e para as empresas no mercado Idem + para gerar as empresas egressas
Formação especializada Idem + áreas relacionadas à gestão empresarial
Pesquisa fundamental, aplicada e tecnológica, além de protótipos, processos ou serviços para atender à demanda de empresas Idem + para geração de empresas e transferência de

tecnologia para empresas existentes

Núcleo de Propriedade Intelectual: unidade

complementar opcional

Núcleo de Propriedade Intelectual: unidade complementar obrigatória, articulada com os grupos de pesquisa e laboratórios, com a incubadora de empresas e com o parque tecnológico
Formação empreendedora através de algumas disciplinas eletivas Formação empreendedora articulada e abrangente,

oferecida como uma segunda área de competência

Graduação de alunos Idem + Graduação de empresas
Incubadora de empresas: unidade complementar opcional Incubadora de empresas: unidade complementar obrigatória
Pré-incubação: atividade opcional relacionada à incubadora de empresas Pré-incubação: atividade regular dos laboratórios de pesquisa e da incubadora de empresas
Parque tecnológico: unidade complementar opcional Parque tecnológico: unidade complementar obrigatória, articulada com a incubadora de empresas e com os grupos de pesquisa e laboratórios
Fonte: INTERAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA E A GESTAÇÃO DE UMA UNIVERSIDADE EMPREENDEDORA – A EVOLUÇÃO DA PUC-RIO – LUCIA RADLER DOS GUARANYS – TESE DE DOUTORADO – ENGENHARIA DE PRODUÇÃO – COPPE/ UFRJ – MARÇO – 2006 – Pág. 271

Quadro 8

Evolução da Universidade

Tipo de Universidade Características
Universidade de Ensino Instituição para preservação e transmissão do conhecimento
Universidade de Pesquisa Instituição de Ensino, Pesquisa e Extensão

Modelo Humboldtiano que enfatiza a interconecção entre ensino e pesquisa, e entre a universidade e o estado nação.

Universidade Politécnica de Pesquisa Instituição de Ensino e Relações com a Indústria através de vários

tipos de compromissos de Pesquisa

Há grupos de pesquisa quase-empresas

Universidade Empreendedora Instituição de Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento Econômico e Social
Fonte: Etzkowitz, H. 2003a. “The European Entrepreneurial University: an alternative to the US model” in Industry & Higher Education, October, 325-335.

Utilizando uma base teórica bibliográfica nacional/ internacional de fronteira (Livros/ Artigos: 91 Refs + Documentos Institucionais: 15 + Artigos em Sites/ Jornais/ Revistas de Divulgação/ Entretenimento: 2 Refs; Total: 108 Refs/ 9 Págs. – Págs. 317/ 325), a autora realiza através de sólidos Métodos Científico-Investigativos (Observação Participante Etno-gráfica/ Action-Research; Dados Secundários – Mídia/ Documentação; Entrevistas Semi-Estruturadas; Questionário Duplo: Empresas Parceiras/ Clientes – 47 Itens/ 2 Páginas; Empresas Egressas do Grupo de Pesquisa/ Laboratório Universitário- 52 Itens/ 2 Páginas) estudo de caso de quatro grupos de pesquisa da PUC-Rio: TecGraf e o Laboratório de Engenharia de Software, ambos do Departamento de Informática; Grupo de Ótica e Grupo de Rádio Propagação, ambos do Centro de Estudos e Telecomunicações.

Guaranys analisou as relações estabelecidas com as empresas parceiras/ clientes e com as  empresas de base tecnólogica egressas destes grupo, avaliando os processos de transferência de conhecimento e de aprendizagem existentes nestas interações, o novo papel exercido pelas empresas surgidas deste grupo e os tipos de conhecimento transferido nessas interações.

A PUC/RJ, em função da grande crise financeira do início da década de 1990 e advento da chamada Sociedade de Informação (Internet), viu-se obrigada, como condição de sobrevivência, dado seu perfil de universidade particular-religiosa (confessional) a buscar recursos externos na forma de parcerias empresariais, onde as incubadoras/ gestação de novos empreendimentos tornaram-se centrais.

Devemos reconhecer que a concepção de UNIVERSIDADE EMPREENDEDORA, a gestação de novos empreendimentos tecnológicos, mesmo que ainda muitos desses Projetos Tecnológicos sejam realizados em parcerias com órgãos estatais e/ou financiados com verbas públicas, como demonstra o próprio estudo de Lúcia Guaranys , tal modelo nos parece promissor no aprimoramento da integração universidade – empresa. Porém, pergunta-se:

Poderá este modelo ser reproduzido com sucesso em outras situações? Ou a PUC Rio possui características intrínsecas que alavancam por si só a sua interação com as empresas, independente de qualquer projeto de universidade empreendedora?

Nesse sentido, podem ser feitos os seguintes questionamentos:

  • A influência da PUC/ RJ na POLITICA ECONOMICA BRASILEIRA durante o GOVERNO FHC, na condição de MENTORES INTELECTUAIS (Think Tank), quer do chamado CONSENSO DE WASHINGTON (“Inertial Inflation and Monetary Reform in Brazil” – Institute for International Economics – 1984 – University Paper – Pérsio Arida/ André Lara Resende), como do PLANO REAL, não alavanca muito mais a INTERAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA (PUC/RJ), do que qualquer tipo de UNIVERSIDADE EMPREENDEDORA?

  • O objetivo da PUC Rio, desde a sua criação, de atuar como FRONTEIRA INTELECTIVA AVANÇADA da NOVA DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA CATÓLICA NO BRASIL (Papa Leão XIII – Encíclica Rerum Novarum; Cardeal Dom Sebastião Leme; Filósofo Jesuíta Leonel Franca), induzindo a formação de uma NOVA ELITE DIRIGENTE   SOCIALMENTE ORIENTADA (Defesa do Capitalismo Humanizado – ADCE – Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresa), educada na rígida PEDAGOGIA DISCIPLINAR JESUÍTICA,  não alavanca muito mais a INTERAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA do que qualquer tipo de PROGRAMA DE UNIVERSIDADE empreendedora?

  • A presença do PROF. LUIZ ALBERTO COIMBRA, Fundador/ 1º Diretor da COPPE/ UFRJ (1964/ 1975), bem como do ECONOMISTA JOSÉ PELÚCIO, Idealizador/ 1º Presidente da FINEP (Década de 1970), como membros ativos do CONSELHO SUPERIOR PUC/ RJ durante longo período (Décadas de 1970/ 1980), permitindo acesso privilegiado a fontes PÚBLICAS/ PRIVADAS/ FILANTRÓPICAS DE FOMENTO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO, relacionadas com o seu altíssimo grau de excelência acadêmica, não alavanca muito mais a interação universidade-empresa do que qualquer tipo de programa de universidade empreendedora?

  • A PESQUISADORA LÚCIA RADLER DOS GUARANYS possui sólida FORMAÇÃO HUMANISTA (Bacharelado em Pedagogia/ Mestrado em Ciências Sociais – PUC/ RJ), além de atuar como professora de Sociologia (IFCS/ FACC/ UFRJ). No entanto, não utilizou nenhuma bibliografia que tratasse sobre as questões das RAÍZES SOCIAIS DAS LIDERANÇAS EMPRESARIAIS, nem mesmo do tradicional Pierre Bourdieu (Papel das Escolas Superiores Elitistas na Reprodução/ Legitimação dos Interesses Econômico/ Empresariais Dominantes).  Ao optar em suprimir tais fatores (exógenos), simplificando o seu modelo explicativo, não poderá comprometer a futura aplicabilidade deste próprio modelo para outros contextos sócio políticos, impossibilitando alavancar similares cases de INTERAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA, onde não exista o extraordinário PODER INSTITUCIONAL EXTRINSECO inerente à HISTORICIDADE da PUC/ RJ?

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Você Sabia?

A PUC Rio foi inaugurada em 1941 (Reconhecimento Oficial 1946; Título de Pontifícia/ Vaticano – 1947), ainda em instalações anexas ao COLEGIO JESUÍTA SANTO INÁCIO (Rua São Clemente – Botafogo – RJ/RJ), baseada num detalhado planejamento, iniciado nas décadas iniciais do Século XX, através do CENTRO DOM VIDAL (Jackson de Figueiredo/ Tristão de Ataíde – pseudônimo de Alceu de Amoroso Lima). Para saber mais, consultar: “UNIVERSIDADES E INSTITUIÇÕES CIENTÍFICAS DO RJ” (Cnpq – 1982) de SIMON SCHWARTZMAN. ANTONIO PAIM (Professor/ Filósofo) realizou um CASE STUDY sobre a gênese histórica da PUC/RJ.

Você Sabia?

O DI-DEPTO DE INFORMÁTICA PUC/RJ,  desde sua gênese na década de 1960, quando disputava a primazia na informática nacional com outros concorrentes destacados (ITA – Instituto Tecnológico da Aeronáutica; NEC/ UFRJ – Núcleo de Computação Eletrônica; IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística; LTB/ Páginas Amarelas – Lista Telefônica Brasileira), contou com um fantástico APORTE POLÍTICO INSTITUCIONAL. Na inauguração do 1º MAINFRAME BURROUGHS no BRASIL estabeleceu-se verdadeira disputa sobre quem iria cortar a FITA SIMBÓLICA, já que estavam presentes, tanto o PRESIDENTE JK (Juscelino Kubitschek), como o futuro PAPA PAULO VI (Cardeal Giovanni Battista Montini – 1897/ 1978 – então Secretário de Estado do Vaticano e futuro líder, após a morte do Papa João XXIII,  do Concílio Vaticano II – Doutrina Social da Igreja. Exigindo na ocasião ampla diplomacia conciliatória, para não melindrar suscetibilidade, por parte dos dirigentes presentes (Reitor: Padre Jesuíta Laércio de Moura e Presidente da Borroughs).

Você Sabia?

O professor Luis Alberto Coimbra, após o seu doutoramento nos EUA (Vanderbilt University – Orientador: Frank Tyler – Década de 1940), fora recrutado para lecionar em ESCOLAS SUPERIORES JESUÍTAS EM SP (FCA- Fundação Ciências Aplicadas/ FEI – Faculdade de Engenharia Industrial/ ESAN – Escola Superior de Administração de Negócios – Direção: Padre Roberto Sabóia de Medeiros, s.j. – Líder da Ação Católica no Brasil).

PARA SABER MAIS sobre as raízes sociais do empresariado:

BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos

(“Origens étnicas e sociais do empresário paulista” – Revista de Administração de Empresas – 1962; “Origens étnicas dos dirigentes das empresas paulistas comparada com a dos empresários” – Capítulo de Livro – 1972;

“Modernization of Brazilian business enterprise, class origins, social mobility, and carreer of Paulista business executives” – in “Empresários e Administradores no Brasil – 1974;

“Mobilidade e Carreira dos Dirigentes das Empresas Paulistas” – Tese de Doutorado – FEA/ USP – Orientadores:  Diva Benevides Pinho/ Delfim Neto– 1963-1972;

“A Formação Contraditória das Classes Dominantes”  – 1980; http://www.bresserpereira.org.br);

BARCELOS, Caco (“GV/SP, a Escola do Poder – Difícil encontrar uma grande empresa que não tenha um ou vários executivos formados por essa escola de líderes” – Revista Senhor/ Matéria de Capa – Editor Chefe: Murilo Felisberto – março/ 1980);

COVRE, Maria de Lourdes Manzini Covre

(“A Formação e a Ideologia do Administrador de Empresa – Vozes – Petrópolis – 1982)

DURAND, José Carlos (“Educação e Hegemonia de Classe: As funções ideológicas da escola” – Org.- Jorge Zahar – 1979;  “A serviço da coletividade: uma crítica à sociologia das profissões. Revista de Administração – v. 15, n. 6 nov/ dez, p. 59-69, 1975);

BOURDIEU, Pierre-1930-2002/ CHAMBOREDON, Jean-Claude

(“Ofício de Sociólogo: metodologia na pesquisa na sociologia” – tradução: Guilherme João de Freitas Teixeira – 5ª Edição – Petrópolis – Vozes – 2004);

BOURDIEU, Pierre/ PASSERON, Jean Claude

(“A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino” – Tradução: Reynaldo Bairão – Francisco Alves – RJ – 1975);

BORDIEU, Pierre

(“Escritos de Educação” – Seleção/ Introdução/ Notas – Maria Alice Nogueira/ Afrânio Catani – Vozes – Petrópolis – 2ª edição – 1999);

BOURDIEU, Pierre (“A economia das trocas simbólicas” – introdução/ organização/ seleção – Sergio Micéli; tradução: Sérgio Micéli – et al. – Perspectiva – SP – 1974;

“Desencantamento do Mundo: estruturas econômicas e estruturas temporais – Perspectiva – SP – 1979; “A distinção: crítica social do julgamento” – tradução Daniela Kern/ Guilherme J.F. Teixeira – Zouk/ Porto Alegre – Edusp/ SP – 2007);

NOGUEIRA, Maria Alice/ NOGUEIRA, Cláudio Marques Martins

(“Bourdieu & a educação” – 3ª Edição – Autêntica – BH – 2009);

O GRUPO de ECONOMIA DA PUC/ RIO. Dominante no GOVERNO FHC:

ANDRE LARA RESENDE (Negociador da Dívida Externa/ Assessor do Presidente/ Presidente do BNDES; Vice-Presidente do Unibanco/ Fundador do Banco Matrix; PhD MIT-EUA);

ANTONIO FRAGA (Presidente do Banco Central; Diretor da Soros Fundation/ Diretor do Salomon Brother; PhD Yale -EUA);

EDMAR BACHA (Assessor do Ministro da Fazenda/ Presidente do BNDES/ Presidente da BBA Securities; PhD Princeton – EUA);

EDWARD AMADEO (Ministro do Trabalho/ Secretaria de Política Econômica/ Professor PUC/ Consultor; PhD Harvard-EUA);

ELENA LANDAU (Diretora do BNDES; Consultora do Bear Stearns/ Consultora do Opportunity; DSc. PUC/RJ);

FRANCISCO LOPES (Diretor do Banco Central/ Presidente do Banco Central; Consultor do Banco Denasa/ Presidente Macrométrica Pesquisa Econômica; PhD Harvard – EUA);

GUSTAVO FRANCO (Diretor do Banco Central/ Presidente do Banco Central; Trabalhou no Banco Garantika/ Sócio Rio Bravo (Swiss Re); PhD Berkeley – EUA);

PEDRO MALAN (Negociador da Dívida Externa/ Presidente do Banco Central/ Ministro da Fazenda; Diretor do Banco Mundial/ Diretor do BID; PhD Berckeley/ EUA);

PÉRSIO ARIDA (Presidente do Banco Central/ Presidente do BNDES; Fundador do Banco BBA/ Sócio do Oportunity; PhD MIT – EUA);

WINSTON FRITSCH (Secretário de Política Econômica; Presidente do Banco Dresdner do Brasil; PhD Cambridge – Inglaterra).

FONTE:OS HOMENS DO PRESIDENTE – banqueiros, financistas, grandes empresários e oligarcas que estão vendendo o Brasil e destruindo os direitos sociais” (Luiz Marcos Gomes; Editora Viramundo – Op. cit. – Pág. 80).

PARA SABER MAIS sobre a influência epensamento dos economistas, consultar: “CONVERSAS COM ECONOMISTAS BRASILEIROS” – (Volume I/ II – Organizadores: José Márcio Rego/ Ciro Biderman/ Luis Felipe L. Cozac/ Guido Mantega  – Editora 34 – 1996/ 1999)


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